Por Que Não Conseguimos Expulsar Demônios? O Que Jesus Realmente Ensinou Sobre Libertação

Homem ordenando que espíritos malignos saiam, simbolizando libertação bíblica e autoridade espiritual

Este artigo faz parte da série Libertação Bíblica.

Como Jesus expulsava demônios — e por que isso ainda importa para os cristãos hoje?

Muitos ensinos modernos sobre libertação enfatizam técnicas, sessões prolongadas, processos de cura interior e a descoberta dos supostos “direitos legais” dos demônios. No entanto, ao lermos os Evangelhos com atenção, encontramos algo diferente: a forma como Jesus expulsava demônios era simples, direta e cheia de autoridade. A Escritura mostra repetidamente que os demônios saíam imediatamente quando Ele ordenava — muitas vezes com apenas uma palavra.

Isso levanta uma pergunta desconfortável, mas necessária: Se Jesus expulsava demônios com tanta simplicidade e autoridade, por que a libertação parece tão complicada hoje? Por que não conseguimos expulsar um demônio? Jesus tinha um método único, indisponível aos crentes hoje, ou nós nos afastamos do modelo bíblico?

Neste artigo, vamos examinar os relatos reais dos Evangelhos sobre Jesus expulsando demônios, compará-los ao que Ele ensinou aos discípulos e permitir que a Escritura — não a tradição — defina como funciona a libertação. Observando com atenção o que Jesus fez e o que Ele não fez, podemos recuperar um entendimento bíblico sobre a autoridade espiritual, a fé e o poder do evangelho.

As respostas populares para “por que não conseguimos expulsar o demônio?” não me convenceram


Quando comecei a ministrar cura, isso logo me levou a ministrar libertação. Procurei aprender o máximo possível sobre cura e libertação para ser mais eficaz. No início, aceitei vários ensinos populares, mas não consegui ignorar as perguntas que surgiam ao ler as Escrituras.

E quando fracassávamos? Por que não conseguíamos expulsar um demônio? Com o tempo, cheguei à conclusão de que muitos ensinos populares sobre libertação haviam me atrapalhado, em vez de ajudar.

Por favor, não se ofenda com este texto. Sei, por experiência, que esse assunto pode gerar reações fortes. Tenho amigos que pensam diferente! Se você tiver dúvidas sobre as implicações do que estou dizendo, fique à vontade para perguntar. Não estou descartando todo o aconselhamento nem a importância de lidar com questões do coração, mas estou examinando crenças comuns sobre o que seria necessário para expulsar um demônio.

Essas são as perguntas difíceis que comecei a fazer a mim mesmo quando ainda era um jovem crente lendo a Bíblia, mas que quase não tive coragem de fazer a outras pessoas. Mesmo aceitando parcialmente muitos ensinos populares que eu lia, essas perguntas continuavam voltando à minha mente. Caminhe comigo nessa jornada de reflexão — e você também pode compartilhar suas opiniões nos comentários.

Por que os discípulos não conseguiram expulsar o demônio? Segundo Jesus, não foi por causa de direitos legais, maldições hereditárias ou falta de técnica — mas por causa da pouca fé (Mateus 17:20 — NAA).

Como Jesus expulsava demônios? Autoridade — não técnicas


Como Jesus expulsava demônios?

Mateus 8:16 (NAA)
Ao cair da tarde, trouxeram a Jesus muitos endemoninhados; e ele expulsou os espíritos com a sua palavra e curou todos os que estavam doentes.

Tudo o que Jesus precisava era “uma palavra”? Nem duas palavras? Certamente, entre todos os endemoninhados que foram trazidos até Ele, devia haver alguns demônios que exigiriam um pouco mais de esforço para sair!

Talvez alguns tivessem um suposto “direito legal” para permanecer. Afinal, como eles entraram ali em primeiro lugar? Você consegue imaginar Jesus dizendo: “Não está funcionando. O demônio está resistindo porque ainda não descobrimos como ele entrou ou como lidar com a maldição hereditária à qual está preso.”

E como Jesus conseguiu fazer tudo isso em apenas uma noite? Quando há tantos problemas profundos para tratar, isso normalmente levaria muito tempo!

Vou ser sincero: com alguns dos métodos de ministério que aprendi, uma noite inteira não seria suficiente nem para fazer um único demônio persistente sair — principalmente se fosse considerado um problema profundo que exigisse várias sessões. Mas Jesus expulsou muitos demônios em uma única noite — e fez isso “com uma palavra!”

Os exorcistas judeus, que tinham rituais complexos para expulsar demônios, ficaram admirados com a simplicidade e a autoridade do ministério de libertação de Jesus.

Por que os discípulos não conseguiram expulsar o demônio? (Mateus 17 explicado)


Por que não conseguimos expulsar aquele espírito maligno? Já que Jesus é o nosso modelo, precisamos olhar para a vida dele para responder a essa pergunta. Existe apenas um detalhe: a Escritura não registra nenhum caso em que Jesus não conseguiu expulsar um demônio.

No entanto, há um relato em que os discípulos não conseguiram expulsar um demônio. Essa história está registrada em Mateus 17:14–21 (NAA):

Quando eles chegaram perto da multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se diante dele e disse: “Senhor, tenha compaixão do meu filho, porque ele é epiléptico e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo e muitas vezes na água. Eu o trouxe aos seus discípulos, mas eles não puderam curá-lo.”

Jesus respondeu: “Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei com vocês? Até quando terei de suportá-los? Tragam o menino aqui.” E Jesus repreendeu o demônio, e este saiu do menino; e desde aquela hora o menino ficou curado.

Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, perguntaram: “Por que nós não conseguimos expulsá-lo?” Jesus respondeu: “Por causa da pequenez da fé que vocês têm. Pois em verdade lhes digo que, se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, dirão a este monte: ‘Passe daqui para lá’, e ele passará. Nada lhes será impossível.”

Observe o que Jesus não disse. Ele não disse:

  • “Vocês não conseguiram expulsar aquele demônio porque ele tinha um direito legal sobre a vida do menino.”
  • “Vocês não conseguiram expulsar aquele demônio porque precisavam descobrir e fechar a porta por onde ele entrou.”
  • “Vocês não conseguiram expulsar aquele demônio porque não lidaram com uma maldição hereditária.”
  • “Vocês não conseguiram expulsar aquele demônio porque não sabiam o nome dele.”

Jesus disse: “Vocês não conseguiram expulsá-lo por causa da pouca fé.”

Espere! Que declaração forte! Os discípulos de Jesus já tinham expulsado muitos demônios e curado muitos doentes, passando por cidades e povoados proclamando o evangelho! Eles tinham experiência! Será que não havia algo mais complicado acontecendo?

Pelo visto, não. Preciso admitir: Jesus estava certo.

A libertação pode ser tão simples para nós quanto foi para Jesus?

O que Jesus fez? Ele expulsou o demônio com uma repreensão. “Saia!” Foi isso que bastou para Jesus. Observe o que Ele não fez:

  • Não fez uma sessão de aconselhamento.
  • Não perguntou se havia outros casos semelhantes na família.
  • Não perguntou: “Quando esse problema começou? Houve algum acontecimento marcante naquela época?”
  • Não conduziu o pai e o filho em longas orações de arrependimento antes da libertação.
  • Não fez uma entrevista demorada com o demônio.

Se Jesus disse que aqueles que creem nele fariam as mesmas obras que Ele fez — e até maiores — então deve existir um lugar de comunhão com Deus em que fazemos o que Jesus fez, e isso se torna tão simples para nós quanto foi para Ele. Se Jesus expulsava demônios com uma palavra ou com um toque, isso também precisa ser possível para nós. Quando Jesus simplesmente se aproximava, os espíritos malignos já sabiam que o tempo deles havia acabado.

Marcos 3:11 (NAA)
Também os espíritos imundos, quando o viam, prostravam-se diante dele e gritavam: “Você é o Filho de Deus!”

Como Jesus libertou o endemoninhado gadareno (Marcos 5 explicado)


Marcos 5:1–10 (NAA)
Então chegaram à outra margem do mar, à região dos gerasenos. Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros ao encontro dele um homem possesso de espírito imundo, o qual vivia nos sepulcros; e nem mesmo com correntes alguém podia prendê-lo.

Porque, tendo sido muitas vezes preso com correntes e cadeias, as cadeias foram despedaçadas por ele, e as correntes quebradas; e ninguém conseguia dominá-lo. Andava sempre, noite e dia, gritando por entre os sepulcros e pelos montes e ferindo-se com pedras.

Quando, de longe, viu Jesus, correu e o adorou, clamando em alta voz: “Que tenho eu com você, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro você por Deus que não me atormente!” Porque Jesus lhe dizia: “Espírito imundo, saia deste homem!”

Então Jesus perguntou: “Qual é o seu nome?” Ele respondeu: “Legião é o meu nome, porque somos muitos.” E implorava-lhe com insistência que não os mandasse para fora daquela região.

Se havia alguém que parecia precisar passar por um longo processo de tratamento de problemas emocionais antes de ser libertado, era o endemoninhado gadareno. Ele estava completamente destruído!

Mas ele queria ser livre. E tudo o que precisava era encontrar-se com Jesus.

Observe que Jesus se dirigiu a um espírito maligno no singular. Ainda assim, todos os espíritos malignos sabiam que teriam de sair quando Jesus falasse. Eles começaram imediatamente a implorar para que Jesus não os enviasse para fora da região.

Podemos repetir ordens no ministério de libertação?


Quantas sessões de libertação foram necessárias para que Jesus libertasse esse homem? Quanto tempo levou para expulsar todos aqueles demônios? O tempo exato não está claro, mas não há nenhuma indicação de que tenha sido necessário realizar várias sessões.

O texto grego de Marcos 5:8 diz:

ἔλεγεν γὰρ αὐτῷ· Ἔξελθε τὸ πνεῦμα τὸ ἀκάθαρτον ἐκ τοῦ ἀνθρώπου
Pois ele estava dizendo a ele: “Espírito imundo, saia deste homem.”

Embora isso não apareça claramente na maioria das traduções, o texto grego indica ordens repetidas. Mesmo assim, os demônios não resistiram com poder, mas imploraram a Jesus para não serem expelidos da região.

Eles sabiam que Jesus tinha autoridade e que não poderiam convencê-lo de que tinham direito de permanecer. Jesus deu mais de uma ordem, mas não fez as perguntas que muitos ensinos modernos sobre a libertação consideram necessárias.

Infelizmente, muitas vezes, os espíritos malignos têm conseguido convencer cristãos hoje de que têm o direito de permanecer. Em vez de inventar razões para explicar por que não conseguimos fazer o que Jesus fez, devemos permitir que a Escritura nos desafie a crescer em Cristo.

Como os demônios foram expulsos no Novo Testamento (comparação bíblica)

PassagemQuem ministrouMétodo usadoTempo envolvidoDetalhes importantes
Mateus 8:16Jesus“Com uma palavra”ImediatoSem diálogo, sem processo, sem condições mencionadas
Marcos 1:25–26JesusRepreensão e ordemImediato“Cale-se e saia dele”
Marcos 3:11JesusApenas a presençaImediatoDemônios se prostravam diante dele sem serem interrogados
Marcos 5:8–13JesusOrdens repetidasRelativamente rápidoA pergunta revelou, não negociou; demônios imploraram
Lucas 4:35–36JesusAutoridade e repreensãoImediatoA multidão ficou admirada com sua autoridade
Lucas 8:29–33JesusOrdemImediatoSem aconselhamento ou ritual de arrependimento
Lucas 9:42–43JesusRepreensãoImediatoCriança curada instantaneamente
Mateus 17:18JesusRepreensãoImediatoApós os discípulos falharem
Mateus 17:20Jesus (explicando a falha)A falha foi atribuída à incredulidade, não à complexidade do demônio
Lucas 10:17Os setentaAutoridade no nome de JesusImediato“Até os demônios se submetem a nós”
Atos 5:16ApóstolosPresença + autoridadeImediatoTodos foram curados e libertos
Atos 8:7FilipeProclamação de CristoImediatoDemônios saíam gritando em alta voz
Atos 16:18PauloOrdem em nome de JesusImediato“Eu ordeno… saia”
Atos 19:12PauloPoder de Deus por meio de objetos que tocaram neleImediatoMilagres extraordinários
Atos 28:8–9PauloOração / imposição de mãosImediatoTodos os enfermos foram curados

A Escritura e a experiência desafiam ensinos comuns sobre libertação


Meu propósito não é criticar nenhum ministro de libertação que realmente esteja ajudando pessoas, nem dizer que é errado perguntar como o demônio entrou. Na verdade, muitas vezes pode ser útil que outras pessoas entendam como um espírito entrou, para que evitem tomar decisões imprudentes.

No entanto, os relatos bíblicos desafiam muitas afirmações dogmáticas sobre como ministrar libertação. Por algum motivo, há muitas explicações sobre por que não conseguimos expulsar um demônio”. Ainda assim, quase ninguém menciona a única razão que a Escritura apresenta para os discípulos de Jesus não conseguirem expulsar um demônio — a incredulidade!

Minhas próprias experiências também desafiam muitos ensinos modernos sobre libertação. Já vivi inúmeras situações em que as pessoas diziam: “Não era para acontecer desse jeito.” Espíritos malignos, inclusive os ligados à feitiçaria, muitas vezes saíram mesmo quando eu nem estava orando especificamente por libertação.

O arrependimento pode acontecer depois da libertação


Certa vez, um homem estava profundamente envolvido com a macumba e tinha muitos objetos ocultistas em sua casa. Eu nem sabia disso, mas quando orei, a glória de Deus se manifestou como fogo ao redor dele, fazendo com que os espíritos ligados ao ocultismo desistissem daqueles objetos. Depois que a glória de Deus expulsou aqueles espíritos ocultistas e um espírito de violência, explicamos o que havia acontecido e ele orou comigo, entregando sua vida a Cristo.

A oração de arrependimento veio depois da libertação. Não houve entrevistas, nem sessões de aconselhamento, nem nada do que muitos imaginam ser necessário para alguém ser libertado. Apenas o céu se manifestando na terra!

Compartilhei em outro relato que estávamos fazendo um churrasco quando vi um espírito na barriga de um homem, que havia entrado por meio de relações sexuais fora do casamento. Não contei a ele o que havia visto, mas orei para que a glória de Deus viesse sobre ele. Ele caiu tão rapidamente que quase bateu a cabeça na churrasqueira. Eu não sabia que ele cairia quando orei. Nem fiz as típicas “orações de libertação”.

Depois que o espírito saiu e ele se levantou, contei o que havia visto e disse: “Confirme se isso é verdade.” Era verdade. Ele mantinha relações com uma mulher fora do casamento.

Observe que, mesmo quando Deus revelou como o espírito maligno entrou, não houve processo de aconselhamento ou de arrependimento antes da libertação. Ele se arrependeu depois da libertação, não por ter sido libertado. Na verdade, foi a libertação do espírito que havia entrado por meio do pecado que evidenciou a gravidade do problema, levando-o ao arrependimento.

Ainda tenho muito a aprender e crescer. Mas acredito que ministrar libertação pode ser tão simples para nós quanto foi para Jesus! Sempre permitirei que a Escritura desafie os padrões religiosos estabelecidos.

Padrões importantes nas histórias bíblicas de libertação


1. A libertação foi imediata ou relativamente rápida

Não há relatos bíblicos de libertações realizadas em várias sessões ao longo do tempo. Há apenas um caso em que aparecem ordens repetidas no mesmo episódio.

2. Autoridade — não técnicas

A libertação fluía de:

  • A autoridade de Cristo
  • A fé
  • A proximidade com Jesus

— E não de métodos, entrevistas ou rituais.

3. A doutrina de “direitos legais” não é ensinada

Jesus e os apóstolos:

  • Nunca perguntaram como os demônios entraram — nem mesmo ao expulsar um espírito de adivinhação.
  • Nunca trataram de maldições hereditárias.
  • Nunca buscaram permissões ou rituais para “fechar portas”.

4. A fé foi o único obstáculo mencionado

Jesus declarou claramente que a falha ocorreu por causa da incredulidade, e não pela força do demônio (Mateus 17:20 — NAA).

Que a Escritura nos desafie a crescer em fé na libertação


O registro dos Evangelhos é extremamente consistente: Jesus não lutava contra demônios, não negociava com eles e não conduzia processos longos de libertação. Ele falava com autoridade, repreendia os espíritos imundos — e eles saíam. Imediatamente. Seja expulsando um único demônio ou muitos, a Escritura nunca apresenta a libertação como algo complicado, experimental ou incerto quando Jesus está envolvido.

A presença manifesta de Deus fazia com que os demônios gritassem quando Jesus se aproximava. E se o verdadeiro problema for este: precisamos de uma manifestação mais ampla da glória de Deus fluindo por nós?

Quando os discípulos falharam ao tentarem expulsar um demônio, Jesus não apontou pecados ocultos, maldições hereditárias ou barreiras psicológicas. Ele identificou o problema de forma direta: falta de fé — não de fé em um método, mas de fé na autoridade do Reino de Deus. A solução que Jesus apresentou não foi mais técnica, e sim uma confiança mais profunda e um alinhamento maior com o poder de Deus.

Se Jesus realmente é o nosso modelo — e se Ele prometeu que aqueles que creem nele fariam as obras que Ele fez — então a libertação bíblica precisa continuar fundamentada na mesma simplicidade e autoridade que vemos no ministério dele. O objetivo não é inventar explicações para os fracassos, mas permitir que a Escritura nos desafie a crescer em fé, na intimidade com Deus e na confiança na obra consumada de Cristo.

Em vez de perguntar por que os demônios não estão saindo hoje, talvez a pergunta mais importante seja esta: Será que permitimos que a tradição substituísse o exemplo claro e poderoso do próprio Jesus?

Perguntas Frequentes Sobre Expulsar Demônios

Por que os discípulos não conseguiram expulsar o demônio em Mateus 17?

Segundo Jesus, os discípulos não conseguiram expulsar o demônio por causa da incredulidade, e não porque o demônio fosse forte demais ou exigisse uma técnica especial. Em Mateus 17:20, Jesus disse que o problema era a pouca fé. Isso mostra que a autoridade espiritual na libertação vem da fé em Deus, e não de métodos complicados.

Jesus alguma vez teve dificuldade para expulsar demônios?

Não. Os Evangelhos mostram que Jesus expulsava demônios com autoridade e sem dificuldade. Muitas vezes, os espíritos malignos saíam imediatamente após uma simples ordem. Não há relatos bíblicos mostrando Jesus lutando por longos períodos ou precisando de vários encontros para libertar alguém.

Jesus ensinou que demônios permanecem por causa de direitos legais ou maldições hereditárias?

Não há nenhum registro de Jesus ensinando que demônios permanecem por causa de direitos legais ou maldições hereditárias. Quando os discípulos falharam em expulsar um demônio, Jesus apontou a incredulidade como a causa do problema. O Novo Testamento enfatiza fé e autoridade espiritual, não processos complexos.

Como Jesus normalmente expulsava demônios?

Jesus normalmente expulsava demônios dando uma ordem direta ou repreendendo o espírito maligno. Os Evangelhos mostram repetidamente que os demônios saíam imediatamente após sua palavra. Em alguns casos, apenas a presença de Jesus já fazia os espíritos reagirem, demonstrando sua autoridade espiritual.

Cristãos hoje podem expulsar demônios como Jesus fazia?

Jesus ensinou que aqueles que creem nele fariam as mesmas obras que Ele fez. O Novo Testamento mostra que os discípulos e outros cristãos expulsavam demônios usando a autoridade do nome de Jesus. Isso indica que o ministério de libertação não foi limitado apenas a Jesus, mas continuou através dos seus seguidores.

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