Muita gente presume que 1 Timóteo 3 exclui as mulheres da liderança da igreja porque traduções em inglês muitas vezes dizem coisas como “se um homem deseja o cargo de bispo” e “marido de uma só mulher”. Mas a pergunta não é como a passagem soa para a mente de quem lê em inglês. A pergunta é o que Paulo realmente escreveu, como o grego funciona e como o próprio Paulo usou essas mesmas palavras em outros lugares.
O texto grego não começa dizendo: “Se um homem deseja o ofício de bispo.” Ele diz algo mais próximo de: “Se alguém aspira à supervisão, excelente obra deseja.” O ponto não é um cargo privilegiado de autoridade masculina sobre a igreja. O ponto é uma boa obra de supervisão fiel, serviço, cuidado e responsabilidade.
Então, 1 Timóteo 3 realmente proíbe mulheres de servirem como presbíteras, supervisoras, bispas ou diaconisas?
Resposta direta: não, 1 Timóteo 3 não exclui as mulheres
Não. E uma das razões mais fortes é que o próprio Paulo chama Febe, uma mulher, de diakonon — serva, ministra ou diaconisa — da igreja em Cencreia. Se Paulo honrou uma mulher nessa função, é evidente que ele cria que ela se encaixava nas qualificações para essa função.
Uma explicação simples, não um estudo acadêmico exaustivo
Este artigo não pretende ser um estudo acadêmico exaustivo sobre 1 Timóteo 3, gramática grega ou liderança da igreja no Novo Testamento. É uma explicação em linguagem simples de um argumento apoiado por estudos sérios, escrita para que cristãos comuns entendam a questão básica sem precisar saber grego nem ler comentários acadêmicos.
O objetivo é tornar o ponto principal compreensível. Também vou apontar recursos relacionados para quem quiser fazer estudos mais aprofundados sobre este e outros temas ligados ao papel das mulheres na igreja.
1 Timóteo 3 diz mesmo “se um homem deseja o cargo de bispo”?
Em algumas traduções inglesas, como a NKJV, 1 Timóteo 3:1–2 começa com uma formulação que soa assim em português: “Esta é uma palavra fiel: Se um homem deseja a posição de bispo, excelente obra deseja. O bispo, então, deve ser irrepreensível, marido de uma só mulher…”
Mas veja como o texto aparece na Almeida Nova Almeida Atualizada:
Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. Portanto, é necessário que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar.
O grego diz “alguém”, não “um homem”
O grego não diz “um homem”. Ele diz: “Se alguém deseja a supervisão.” “Alguém” inclui mulheres?
O que supervisor ou bispo realmente significa?
O que é “a supervisão”? Muita gente pensa que “a supervisão” é algo grandioso, mas em Mateus 25:36, quando Jesus fala sobre visitar os enfermos e os presos, a palavra traduzida como “visitar” vem da mesma família de palavras gregas da palavra traduzida como “supervisor” ou “bispo”.
Eu estava sem roupa, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; preso, e foram me visitar.
O verbo grego é ἐπισκέπτομαι / episkeptomai, e “supervisor/bispo” é ἐπίσκοπος / episkopos. Essa função, como vemos em Mateus 25:36, sugere supervisionar no sentido de cuidar dos vulneráveis, não de dominar ou governar sobre eles.
Mulheres podem cumprir a tarefa descrita em Mateus 25:36? É disso que estamos falando. Trata-se de ser designado para uma responsabilidade, um serviço, e não de ocupar uma posição elevada ou privilegiada. O serviço cristão descrito em Mateus 25:36 nem sequer acontece dentro de um prédio religioso, mas nas casas das pessoas.
Linguagem masculina no grego exclui automaticamente as mulheres?
A palavra traduzida como “supervisor” ou “bispo” é masculina. Mas isso, por si só, não prova que a função seja restrita aos homens. Quem fala português já entende isso intuitivamente.
Em português, dizemos “os irmãos”, “os filhos”, “os pais”, “os discípulos” ou “os crentes” muitas vezes para falar de grupos que incluem homens e mulheres. Se alguém dissesse: “Os irmãos da igreja se reuniram”, ninguém concluiria automaticamente que nenhuma irmã estava presente. O masculino gramatical pode ser usado de forma genérica ou coletiva, dependendo do contexto.
O ponto é simples: não podemos pegar uma forma gramatical masculina e, automaticamente, transformar isso em uma proibição absoluta contra mulheres. Precisamos olhar para o contexto, para a sintaxe e para o uso das mesmas palavras em outras passagens.
Isso também acontece em outras línguas, como o espanhol, e também acontece no grego. Portanto, quando o grego usa uma forma masculina, a pergunta correta não é apenas “a palavra é masculina?”, mas “o contexto está restringindo isso somente aos homens?”
“Homem de uma só mulher” significa que só homens podem servir?
Então, quando o grego diz que o bispo deve ser, de forma hiper-literal, um “homem de uma só mulher”, a pergunta é: qual é o alvo da expressão? O alvo não é contrastar homens contra mulheres, mas exigir fidelidade sexual. Em português, a expressão “marido de uma só mulher” soa naturalmente masculina, mas o argumento de Paulo está tratando de caráter, não criando uma discussão abstrata sobre gênero gramatical.
Aqueles que enxergam apenas “homem contra mulher” nesse texto acabam procurando pelo em ovo e perdendo o ponto principal. Paulo está falando de fidelidade, caráter e responsabilidade, não tentando transformar uma expressão de qualificação moral em uma proibição universal contra toda mulher no serviço cristão.
“Marido de uma só mulher” exclui mulheres do diaconato?
As qualificações para diáconos em 1 Timóteo 3:12 aparecem em traduções inglesas como a NKJV com uma formulação semelhante a: “Que os diáconos sejam maridos de uma só mulher, governando bem seus filhos e suas próprias casas…”
Na NAA, o versículo diz:
O diácono seja marido de uma só mulher e governe bem os seus filhos e a própria casa.
O que é um diácono? A palavra “diácono” não é uma tradução, mas uma transliteração do grego e, na minha opinião, não deveria estar na Bíblia em inglês como se fosse uma tradução. A tradução, na maioria das vezes, é “servo” ou, às vezes, “ministro”.
Então vamos começar assim: “Que os servos sejam maridos de uma só mulher…”
O que esses servos faziam? A palavra “diácono” é usada nas Escrituras para descrever o próprio Senhor Jesus e é frequentemente usada para apóstolos e outros ministros do evangelho. Muitas vezes perdemos isso porque as traduções em inglês normalmente traduzem a palavra como “servo” ou “ministro”, mas às vezes a transliteram como “diácono”.
Não há indicação de que ser “servo” no Reino de Deus trate apenas de tarefas simples ou menores. Parece que quase todos os que o Novo Testamento descreve dessa maneira tinham ministérios sérios de proclamação do evangelho. Os apóstolos são descritos como “diáconos” muitas vezes no grego, mas não há caso em que alguém explicitamente chamado de “pastor” também seja chamado de “diácono”.
Diácono significa servo, não um ofício religioso
E a tradução da KJV “exercer o ofício de diácono”? Pois é, no grego é apenas o verbo “servir”. Não existe ali a palavra “ofício”. Como a palavra “servir” virou “exercer o ofício de diácono”? Na verdade, se quisermos acrescentar arbitrariamente a palavra “ofício”, por que não dizer “exercer o ofício de servo”? Como isso soa?
Meu ponto é que bispos e diáconos eram designados, sim, mas eram designados para uma tarefa e uma responsabilidade. As palavras “bispo” e “diácono” não eram títulos no contexto em que o Novo Testamento foi escrito.
E a tradução que diz que os diáconos devem “governar a própria casa”? A palavra grega aqui é proistemi, que significa “estar diante” ou “colocar-se à frente”.
Em uma carta escrita em grego por um filho ao seu pai, vários séculos antes de Cristo, o filho diz ao pai: “Nada será mais importante para mim do que proistemi, ou ‘estar diante de você’, pelo resto da sua vida.”
Ele está falando de servir e cuidar do pai, não de governá-lo. Da mesma forma, o ponto é que aqueles designados para o serviço cristão sejam pessoas que cuidam da própria família. O ponto não é “governar”.
O problema maior: presumir que liderança cristã significa governar
Veja, toda essa discussão sobre “homens governando a igreja” revela muitos paradigmas antibíblicos sobre a natureza da liderança cristã como Jesus ensinou. Jesus proibiu seus discípulos de exercerem autoridade ou senhorio uns sobre os outros. Pedro exortou os presbíteros a não agirem como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho.
Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas sejam exemplos para o rebanho.
Explico isso de forma mais completa em Não será assim entre vocês, onde trato diretamente do ensino de Jesus contra uma liderança baseada em senhorio entre seus discípulos.
Uma das piores pressuposições é achar que qualquer pessoa além de Jesus possa ter “cabeça” ou chefia sobre a igreja. Isso é totalmente contrário às Escrituras. C. H. Spurgeon também rejeitou fortemente a ideia de que qualquer líder humano possa ser a cabeça da igreja.
Somente Jesus pode ser a cabeça da igreja.
Isso faz parte da pergunta maior sobre eclesiologia bíblica: o que Jesus e os apóstolos realmente ensinaram sobre a igreja, liderança, ministério e o corpo de Cristo?
Isso também se conecta à pergunta maior sobre o sacerdócio da Nova Aliança. Trato disso de forma mais completa em As mulheres são sacerdotes em Cristo, onde mostro por que tanto o argumento do sacerdócio quanto o argumento da história da igreja contra mulheres no ministério falham.
Febe é uma das razões mais fortes para dizer que 1 Timóteo 3 não exclui mulheres
Então aqui chegamos a uma das razões mais fortes pelas quais essas qualificações não devem ser lidas como uma exclusão das mulheres. Os diáconos também devem ser “homens de uma só mulher”, e Paulo chama uma mulher de diakonon.
Paulo chama Febe de diakonon e prostatis
Em Romanos 16:1–2, o próprio Paulo chama Febe, uma mulher, de diakonon, uma serva/ministra/diaconisa da igreja em Cencreia. Ele fala dela primeiro entre as muitas pessoas mencionadas, o que é uma forma de demonstrar honra e destaque. No grego, Paulo também a chama de prostatis, um substantivo da mesma família de palavras de proistemi, o verbo usado em 1 Timóteo 3.
Recomendo-lhes a nossa irmã Febe, que está servindo à igreja de Cencreia, para que vocês a recebam no Senhor como convém aos santos e a ajudem em tudo o que de vocês ela precisar; porque ela tem sido protetora de muitos, inclusive de mim.
Alguns que acham esse versículo inconveniente argumentam que Febe é “diaconisa” apenas no sentido de que todos os cristãos devem ser servos. No entanto, o contexto e os estudos indicam que essa visão é improvável, e o comentário de Orígenes também apoia o papel dela como líder da igreja.
“Este texto ensina, com a autoridade do apóstolo, que até mulheres são instituídas diáconas na Igreja. Essa é a função que foi exercida na igreja de Cencreia por Febe, que recebeu de Paulo grande louvor e recomendação. Ele enumerou suas obras notáveis; ela ajudou a todos, disse ele — isto é, ajudou-os em suas necessidades — e também me ajudou em minhas necessidades e em minha obra apostólica com perfeita dedicação.”
— Orígenes, Comentário sobre Romanos 10.17, sobre Romanos 16:1–2
Paulo a chama de alguém que “está diante de outros”. Assim como “trabalhador” e “trabalhar” são essencialmente a mesma palavra em formas diferentes — uma como substantivo e outra como verbo —, essa é essencialmente a mesma palavra usada para descrever Febe que Paulo usa nas qualificações para um servo quando diz que essa pessoa deve “estar diante da própria família de modo excelente”.
Isso enfraquece bastante os argumentos de que “somente homens podem governar suas famílias”. A própria palavra que Paulo usa para descrever Febe é um substantivo — alguém que está diante de outros — da mesma família do verbo — estar diante — que a KJV traduz como “governar sobre”.
Paulo não entendeu “homem de uma só mulher” como “somente homens”
Fica claro que o uso que Paulo faz da expressão “homem de uma só mulher” não exclui, na mente dele, Febe de ser designada para esse serviço.
Isso também importa para a afirmação relacionada de que as mulheres devem ficar caladas na igreja ou nunca devem ensinar um homem. Trato dessas passagens diretamente aqui: Mulheres podem falar na igreja? 1 Coríntios 14 e 1 Timóteo 2.
Você entendeu isso? Para o próprio Paulo, a frase grega “homem de uma só mulher” não excluía uma mulher. O ponto dele era fidelidade, não “tem que ser homem e não mulher”.
Além disso, a palavra proistamenous, que significa literalmente “os que estão diante de vocês”, é usada em 1 Tessalonicenses 5:12.
Irmãos, pedimos que vocês tenham consideração para com os que trabalham entre vocês, presidem no Senhor e os admoestam.
A parte traduzida como “presidem no Senhor” vem do grego que significa literalmente “aqueles que estão diante de vocês”. E Febe, a serva, é uma prostatis, “alguém que está diante de outros”.
Por que a forma como discutimos mulheres no ministério importa
Quando publiquei sobre esse tema no Facebook, comentários desrespeitosos, desonrosos e ofensivos começaram a aparecer em grande quantidade. Houve acusações, ameaças de fogo do inferno e até uso de palavrões ou comentários depreciativos e vulgares sobre mulheres em geral nas minhas postagens sobre mulheres na igreja. Gostaria de falar com essas pessoas.
Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, mas seja brando para com todos, apto para instruir, paciente, disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade.
Se eu estivesse realmente errado sobre mulheres no ministério e a sua verdadeira preocupação fosse ser fiel às Escrituras, você me corrigiria com mansidão. Palavrões, calúnias, acusações, insultos e maldições não ajudam o seu argumento. Por que você se preocupa tanto com pastoras, mas não parece se importar com o que a Escritura diz sobre esse tipo de fala?
Humildade importa quando discutimos as Escrituras
Estudiosos sérios, com amplo conhecimento das línguas antigas e do mundo antigo, muitas vezes são bastante humildes em suas posições. Às vezes, quanto mais você sabe, mais percebe o quanto ainda não sabe.
Não é vergonhoso ignorar alguma coisa. Todos nós ignoramos muitas coisas. Mas, quando alguém é arrogante sobre algo que não estudou com cuidado, essa arrogância não torna o argumento mais forte. Normalmente, ela só torna mais evidente a falta de entendimento.
Se você quer defender o seu ponto de vista, respeito, humildade e reflexão ajudam. Então talvez seja bom desacelerar antes de acusar pessoas de ignorarem a Bíblia, rejeitarem as Escrituras ou promoverem heresia. Talvez outra pessoa tenha estudado uma passagem, uma palavra, um pano de fundo histórico ou uma questão gramatical que você ainda não considerou plenamente.
Isso não é meramente teórico. A história da igreja inclui mulheres que deram frutos tremendos para Cristo e, mesmo assim, foram resistidas, limitadas ou rejeitadas por causa de tradições sobre mulheres. Um exemplo é Frida Vingren, uma missionária pioneira com um ministério poderoso, cuja história mostra como pode ser destrutivo quando servas de Deus são julgadas por restrições humanas em vez de pelo fruto e pelo chamado de Deus.
Conclusão: 1 Timóteo 3 fala de servos fiéis, não de privilégio masculino
1 Timóteo 3 não trata de criar uma classe masculina governante dentro da igreja. Trata-se de reconhecer servos fiéis, provados, que cuidam bem do povo de Deus.
A linguagem sobre ser “homem de uma só mulher” fala de fidelidade sexual, não de excluir toda mulher do serviço. Sabemos disso porque Paulo usa a mesma linguagem de serviço para Febe, uma mulher, e fala dela com honra em Romanos 16.
O problema mais profundo é que muitas pessoas leem palavras do Novo Testamento como bispo, supervisor, presbítero, diácono e liderança através de sistemas religiosos posteriores, em vez de lê-las através do ensino de Jesus e dos apóstolos. Jesus não chamou o seu povo para senhorio, hierarquia ou dominação. Ele os chamou para serviço, fidelidade, humildade e cuidado com o rebanho.
Se alguém quer argumentar que mulheres não podem servir, ensinar, falar, pastorear ou ser reconhecidas no ministério, precisa de mais do que uma frase em português ou inglês como “marido de uma só mulher”. Essa pessoa precisa lidar com o grego, o contexto, o próprio exemplo de Paulo com Febe e toda a visão do Novo Testamento sobre o corpo de Cristo.
A igreja não pertence aos homens. Também não pertence às mulheres. Ela pertence somente a Jesus Cristo.
E se Jesus concede graça, sabedoria, coragem e ministério a uma de suas filhas, devemos ter muito cuidado antes de mandá-la sentar e ficar calada.
Estudo adicional sobre mulheres, silêncio e a assembleia cristã
Escrevi este artigo rapidamente em resposta ao ressurgimento da falsa doutrina de que mulheres não podem liderar ou ensinar as Escrituras no corpo de Cristo.
Não sou acadêmico em tempo integral, mas sou estudante das Escrituras. Eu trabalho e também dedico muito tempo ao ministério em missões e evangelismo aqui no Brasil. Outros já fizeram estudos detalhados sobre o papel e o ministério das mulheres, e não há necessidade de reinventar a roda.
Se você tem outras perguntas ou deseja se aprofundar, aqui estão alguns recursos gerais que recomendo para estudo adicional:
www.margmowczko.com
https://terranwilliams.com/
Primeira resposta de Terran Williams a Mike Winger sobre mulheres
https://juniaproject.com/
Dr. N. T. Wright sobre a base bíblica para o serviço das mulheres na igreja
Dr. Craig Keener sobre a base bíblica para mulheres no ministério
Playlist sobre mulheres no ministério com Dr. Ben Witherington e outros
Canal de Mike Davis, “Keepin’ It in Context”. Veja as respostas a Mike Winger e aos vídeos “Who’s the Boss?”
Resposta de Michael Bird a Mike Winger sobre mulheres e a igreja
PDF da Dra. Annette Brians sobre mulheres no ministério
1 Coríntios 14:33b–38 como dispositivo paulino de citação e refutação
A evidência esmagadora de que Júnia era uma apóstola
Ben Witherington III sobre mulheres e a Bíblia
Canal do Dr. Tom Wadsworth. Não é especificamente sobre mulheres no ministério, mas trata do tipo de fala que acontecia em uma assembleia do Novo Testamento.

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